Trabalhando para ser campeão

Sempre gostei de futebol: tanto de jogar quanto de acompanhar na TV. Não sou aquele fanático que briga e tals. Sou um simples torcerdor.

De uns tempos pra cá acompanhei mais de perto o campeonato amazonense. Mais especificamente do time do FAST, que foi campeão do segundo turno e acabou perdendo para o Nacional, sendo assim vice-campeão em 2012.

Iria ficar com mais raiva em ter perdido, mas pude ver uma cena muito bonita ao final da partida: um jogador do Nacional abraçando seu pequeno filho, que transbordava de alegria ao ver seu pai campeão. Abraçava, beijava, apertava! É campeão. Acho que poucos momentos na vida são tão felizes quanto fazer um filho feliz ou uma criança feliz. E esse dom é conquistado muitas vezes pelos esportistas.

Quem dera se todas as profissões tivessem esse momento: Sou campeão! “Vem cá meu filho e me dá um abraço!!” Momentos de pura felicidade! Para o meu trabalho (analista de negócios), é muito mais complicado em transmitir minha felicidade para meu sobrinho, por exemplo:

“- Lucas, vem cá! Finalizei o projeto e não teve nenhuma mudança de escopo!! Pegaaaa!”

“- Pedro, titio fez uma venda de 300 mil reais!! Já pensou!!??”

“- Nenem, o projeto acabou no prazooo!!”

Enfim, eles iriam olhar pra mim e não iam entender nada :) . E quando entenderem, muito tempo terá passado. Mas vai eu fazer um golaço no futebol semanal: “-pow tio, o senhor é bomzão!!!”

Isso é um desafio. As vezes a gente trabalha para que o final de cada ação seja um golaço! Para que as pessoas aplaudam! Para que meu sobrinho fale para os amigos: “meu tio é o cara!” heheh

Esse post foi mais uma brincadeira, uma reflexão, visto que cada profissão tem seu momento de sucesso. Tanto os esportistas (lutadores, jogadores, etc.) quanto os administradores. Cada um recebe o tanto que batalhou para ter. Isso é o que vale!

Continue: trabalhando para ser campeão!

Forte Abraço.

Renato Borges (@rnatoborges)

O Riso e o “Apagar Incêndio”

Ultimamente tenho lido livros sobre filosofia, então, se eu “viajar” um pouco sobre o tema proposto, não me xinguem :) . O objetivo do post é fazer um paralelo entre o “riso” e o “apagar incêdio”. A vontade de escrever sobre o tema surgiu após eu ler o livro “Do que riem as pessoas inteligentes – Um fisolofia sobre o humor” e identificar que a definição que o “riso” tem para o autor ser bem semelhante ao “apagar incêndio” da vida dos profissionais de TI.

Vamos então conceituá-los.

O riso. O riso… é aquela sensação inesperada, que surge no diafragma e se espalha por todo corpo. O riso que nos alegra, que nos leva a um crescer involuntário, até não aguentarmos mais de tanto rir. O riso que, segundo alguns filósofos, “promovem bem mais do que a sabedoria de um médico o faria”*.

O “apagar incêndio”. Ah… o apagar incêndio!  Aqui não vos falo do importante trabalho dos bombeiros, que põe em risco suas vidas para salvar vidas. O apagar incêndio aqui citado refere-se aquelas ações profissionais que surgem em todo nosso dia a dia, são essenciais, mas que depois de feito, não agregam valor nenhum, além do alívio de quem teve o fogo apagado.

O relacionamento entre os dois surge no fato do riso ser “a transformação de uma expectativa em nada”*. O riso vem, subitamente, faz um bem danado para o nosso corpo e depois simplesmente some. Para alguns, ele pode deixar uma espécie de aprendizado ou lição, mas para a grande maioria ele não adiciona nada. Mas, apesar disso, ninguém consegue viver se uma boa risada.

Perceberam algum relacionamento do riso com o apagar incêndio? Principalmente na área de informática, no qual comumente se ouve:

“-Amigão, apaga aqui esse incêndio: meu computador tá travado.”

“-Esse seu sistema vai apagar um incêndio daqueles!”

“- A rede parou!”

Nas três situações citadas, o incêndio aparece, causa o maior alvoroço, gritaria pra todo o lado, vem o apagador de incêndio, a situação volta ao normal e cada um segue seu caminho.  Se o trabalho dele for apagar incêndio, tudo bem. Mas o que normalmente se observa são profissionais contratados, com bastante conhecimento para executar um trabalho de planejamento, mas que passam o dia apagando incêndio, não restando tempo para outra coisa.

A origem do riso ou dos grandes incêndios é muito difícil de descobrir. O que sabemos é que os dois estão ali em nosso dia a dia e devem ser tratados com coerência. Rir o tempo todo pode parecer pouco educado e causar uma enorme confusão. Apagar incêndio, apesar de essencial, não agrega muito valor a sua carreira profissional.

O que nos resta é aprender com as grandes labaredas em nosso local de trabalho, nos preparando para a próxima e contando estória para nossos colegas de como apagou o incêndio de maneira engraçada, os fazendo rir!

Forte Abraço!

*Livro: Do que riem as pessoas inteligentes? Uma pequena filosofia do humor – Manfred Geier

Fonte da Tirinha: http://dilbertbrasil.blogspot.com/2009/03/tira-do-dia-20032009.html

Casamento: O projeto!

Estou há meses pensando em escrever sobre o Projeto Casamento. E hoje, 17 dias antes do marco final, percebo que nem os melhores PMPs são capazes de gerenciar tantas mudanças. Tentarei nesse post escrever sobre os principais passos desse projeto super desafiador, na minha tentativa de gerenciamento, no qual o custo praticamento duplicou, e no qual a razão e emoção devem estar sempre alinhados.

1) Kick-off meeting – a reunião inicial, entre você e sua esposa, para definir as datas de noivado e casamento. Acredito que um ano e meio antes seja o tempo ideal. Nesse momento dê uma olhada em suas finanças e firmem o compromisso de casar, com dividas ou não.

2) Igreja – a principal dificuldade é achar sua igreja preferida disponível. Para ela você deverá contratar

2.1) Floricultura para decoração

2.2) Cantor para a cerimônia

2.3) Missal e Lágrimas de alegria

3) Make or Buy, para cerimonialista – nesse momento você define: eu irei “correr” atrás dos fornecedores ou contrato um cerimonialista para gerenciar todo o projeto. Mas não pense que com a cerimonialista seu trabalho fica fácil. Afinal, você deve saber sobre produtos, preços e estilos, para assim fazer uma ótima escolha dos produtos e não apenas aceitar o que a cerimonialista propõe. Algumas cerimonialistas aceitam assessoria parcial ou também apenas no dia do casamento. Nós escolhemos assessoria parcial da Celebrare.

4) Vestido - é o sonho da noiva! um lindo vestido, com todos os detalhes! Visite as lojas especializadas e sempre negocie a inclusão da roupa do noivo, das daminhas e dos pajens, em um pacote só. O preço fica mais interessante. Nossa escolha foi a Casa das Noivas – Djalma Batista.

5) Lista de Convidados - liste todos aquele que você deseja convidar, separados por prioridade ou parentesco. Tenha esse número total em mente, para multiplicá-lo pelo valor do Buffet individual no local do evento. A quantidade de convidados é o que determina quase que 50% o valor do casamento.

6) Local do Evento – escolha essencial e super difícil. Ela vem depois de você definir o número de convidados. Pois, deve saber se o local escolhido comporta o número de convidados escolhidos. O local tem que ter a cara dos noivos. Ser aconchegante, bem decorado, refrigerado e apresentar um cardápio variado. Alguns locais cobram apenas o Buffet e não o aluguel (dizem eles!). Nossa escolha: Morada Buffet.

7) Buffet – com os convidados escolhidos, defina o que será servido na grande noite. Opte por algo que agrade a maioria. As exceções, tais como tias que não podem comer determinado tipo de comida, peça para adicionar uma opção extra. De acordo com a escolha dos pratos, o valor aumenta. Verifique se no buffet está incluso doces, salgados, bebidas, garçons, mesas, talheres e toalhas. Cada um item deve ser especificado em Contrato.

8) Música – para igreja e para o evento. Se preferir, pode escolher um DJ para animar a festa. Os preços são variados. Tem bandas que vem com DJ. A banda toca em média 4 horas e o DJ anima o restante do tempo. Cuidado na escolha, afinal serão eles os responsáveis por tirar a galera do chão!!

9) Cartório – pensa que é só festa? Se você quiser casar no civil e no religioso, passe primeiramente no cartório para pegar a autorização pra casar e levar até a igreja.

10) Curso de Noivos – necessário para quem for casar na Igreja. Nos fizemos na Rainha do Apóstolos - Dom Pedro.

11) Certidão de Batismo – ir até a sua igreja de batismo e solicitar a emissão da segunda via de Certidão de Batismo para fins matrimoniais.

Então, com vestido, local, igreja, música, buffet… podemos casar? Podemos! Mas como deixar de fora:

12) Fotos – verificar pacotes de fotos com ensaio externo, interno, álbum, cobertura do casamento, filmagem e quadro. Os preços são variados, sugiro escolher por indicação.

12) Bar tender - Oferecendo drinks quentes pra galerinha dançar melhor no salão.

13) Floricultura – para a igreja e para o local. Muita atenção nesse item, que será o responsável por deixar sua festa mais linda ainda. Dependendo do tipo de flor, os preços podem ser bem salgados.

14) Lembranças – já ia me esquecendo das lembranças… Que serão dadas como forma de agradecimento a presença dos convidados. Para os padrinhos e patrocinadores, uma lembrança mais elaborada. A intenção é presentear os convidados com algo que fique marcado para sempre.

E como convocar tanta gente?

15) Convites – com uma frase bem bonita, informando nome dos pais dos noivos, local da celebração e da recepção. Os modelos são muitos. Escolha o que mais agradar. Normalmente a noiva que escolhe… aliais, a noiva escolhe quase tudo!

Caramba! Só para escrever esse post eu alterei a sequencia dos itens umas 10 vezes! Imagine no gerenciamento mesmo! Eu, após a escolha dos itens, comecei a pagar com 10 meses de antecedência e até agora, no mês do casamento, tá faltando ainda. Usei a planilha abaixo para lançar o dinheiro cigano (destino traçado). O dados das planilhas e figuras são apenas para exemplo :) .

Planilha - Pagamento de Casamento

Planilha - Pagamento de Casamento

Na planilha, lancei os valores que deveriam ser pagos. Em azul, o que foi pago. Em vermelho, o que falta pagar. Em cada pagamento, adiciono um comentário com a data de execução. Importante guardar todos os recibos de pagamento! Abaixo, lanço os valores pagos pelo pai, mãe e noiva. Tudo transparente.

E para lua de mel? Usei a planilha abaixo, apenas para listar as atividades e estimar quanto gastar.

Planilha - Lua de Mel

Planilha - Lua de Mel

Durante a viagem de lua de mel, tenha em mão seu planejamento de trilhas, pra não ficar indo de um lado pro outro, sem destino. A não ser que seja sua intenção ser “sem destino”. Olha o modelo abaixo, feita no Visio (Microsoft):

Planejamento Casamento - Lua de Mel

Planejamento Casamento - Lua de Mel

E as alianças?!!! Ai meu Deus!! As alianças???!!! Cadê? Ufa, aqui no meu bolso. Não esqueça das alianças: lembranças para toda a vida. Tanto a de noivado quanto a de casamento.

Mas mesmo com tantos planejamento, sempre tem algo que a gente esquece.

Para mim, é um projeto desafiador como nem um outro (nas devidas proporções). Afinal, sou o patrocinador, mas tenho stakeholders complicados: minha noiva e minha mãe. Sem falar dos amigos. :) .

Estou gostando muito desse projeto, que será único. Que pena (e que bom) que está chegando ao final. Mas o resultado desse projeto irá perdurar por toda a minha vida, ao lado de minha esposa.

Espero que tenham gostado desse relato e possam usar essas informações para vossos casamentos.

Minha meta é que saiam 3 pedidos de casamento no dia do meu casamento. Tá ouvindo amigos?? :)

Forte Abraço!

Olha: Artigo Publicado!!

Bem que minha mão falou que eu era bom!! :D Eu, Renato Borges (@rnatoborges), excelentíssimo gestor desse site, tive um artigo publicado na revista Engenharia de Software, Edição 40 – Devmedia. Pense num cara arrochado!!

Os inúmeros textos publicados em meu blog Renato Borges e no Qualidade Manaus, fizeram surgir o convite para escrever na revista.

Tema escolhido: Gerenciamento de Projetos com Mapeamento de Processos. O desafio foi grande: tive que estudar muito sobre o tema proposto. Busquei publicar um texto coeso, sem muita repetição e com linguagem de fácil entendimento (padrão desse site!). Entre várias revisões, a versão final foi aceita, graças a Deus.

Deixo aqui meus agradecimentos a empresa SOPIXEL e a oportunidade dada pelos responsáveis da revista Devmedia. Confira a introdução do artigo e, quem tiver acesso ao texto na íntegra, favor deixe seu comentário.

Aprimorando o Gerenciamento de projetos com mapeamento de processos – Revista Engenharia de Software Magazine 40

“Na literatura de Administração de Empresas e Empreendedorismo, muitos são os caminhos para criação, desenvolvimento e firmação de uma Empresa. A criação de uma empresa pode ser motivada por uma ideia, necessidade ou oportunidade. Diante do fator motivador, as ações para transformação de uma ideia em produto são inúmeras, até que a empresa possa fabricar o produto de maneira contínua. Mas apenas a fabricação do produto não é suficiente. Existem fatores não previsíveis como o mercado, concorrentes, custos, clima, entre outros, que podem prejudicar o funcionamento organizacional e a comercialização de seu produto ou serviço. Entender o funcionamento da empresa e seus diferenciais perante os concorrentes é fator essencial para a firmação da empresa.

Para manterem-se na frente, muitas empresas investem em novos produtos, mercados, inovação e fidelização de clientes. Cada uma dessas ações deve ser gerenciada de maneira que o risco de perda seja reduzido e o retorno do projeto maximizado. Dessa forma, pode-se dizer que a chave para o sucesso empresarial reside na capacidade de atrair e realizar projetos com sucesso.

Cada projeto tem sua particularidade e exige um número grande de envolvidos trabalhando juntos. Um desses envolvidos é a própria organização, que no momento do seu processo de criação, desenvolveu sua missão, visão, valores, objetivos estratégicos e identificou suas atividades, buscando sempre executá-las de forma eficiente.. ”

Forte Abraço! Mas forte mesmo!!
Sopixel e Qualidade Manaus

Parar, Observar e Aprender

O que (ou quem) você gostaria de parar, observar e aprender algo?

Muitos responderão: o por do sol, o mar, chuva, a linda moça, o lindo moço, o arco íris, o sorriso da criança… puft! Acorda! Volte para realidade.

Afinal, grande parte de nosso trabalhoso dia, esses elementos aparecem pouco em nossa frente. No lugar deles, pessoas mal-humoradas, descompromissadas, sem harmonia, infrações no trânsito, mentiras, enganação. E você, no meio dessa confusão, buscando algo simples para parar, observar e aprender.

É tão legal vê pessoas trabalhando com orgulho, atendendo bem seus clientes, propondo soluções viáveis, negociações com confiança, desempenhando seu trabalho com orgulho, seriedade e felicidade. Isso nos motiva! É gratificante! Parar, observar e aprender com essas pessoas. Pessoas com jogo de cintura, sentimento, que respondem um “não”, pela falta de um produto ou serviço, com aperto no coração, pois elas querem mesmo é ver o cliente satisfeito… de maneira transparente e sincera.

Que tal nós sermos essas pessoas? Pessoas para se parar, observar e aprender. Não diga que não é capaz! Não diga que não tem conhecimento suficiente! Afinal, aprendemos tanto observando o jeito das crianças olharem a vida! Não precisa ser nada técnico ou científico. Basta ser sincero. Basta querer compartilhar.

E aqui vai um desabafo: grande parte dos textos que escrevo, parece um conselho que estou me dando. Vale muito pra mim. Aqui, deixo dicas que preciso melhorar. Externalizar esses sentimentos é o primeiro passo.

Olhe ao seu redor, procure pessoas para parar, observar e aprender. Comece com um nível de exigência baixo e aumente gradativamente. Ou então, seja você essa pessoa a se espelhar.

Como dizia um bêbado lá perto de casa: “Seu Renato… você é um exemplo a ser seguido!” :D @rnatoborges

Forte Abraço!

O Poder do Reconhecimento

Paremos um instante essa nossa vida corrida que dizemos ter. Olhemos ao nosso redor. Com calma… Observe o tanto de variáveis passíveis de um bom elogio e nós, por um motivo ou outro, preferimos guardar pra si esse sentimento tão bom que é o reconhecimento.

O reconhecimento não fere quem recebe, não tira pedaços de quem o pronuncia. O reconhecimento não deixa a pessoa preguiçosa pelo simples fato de ter recebido um elogio. Tira a idéia da cabeça que elogio demais enjoa! Ele engrandece. Faz a pessoa quem recebeu, lutar para sempre ser merecedora de um elogio sincero, de coração.

Não temas, reconheça. Isso fará você aumentar sua interação com as pessoas. Ele neutraliza, desarma, desativa e reduz o efeito do ciúme e da inveja. Experimente reconhecer o bom trabalho de um colega que você diz ser “invejoso”. Veja a reação dele. Mas faça isso de maneira sincera, real.

O reconhecimento faz diferença em todos os campos de sua vida, seja familiar ou profissional. Lembra daquele prato saboroso que sua mamãe sabe fazer? Fale isso pra ela, sempre que possível. Isso melhora a auto-estima dela e a sua. É o poder do reconhecimento.

Mapeie as pessoas, de maneira natural. Seja o frentista, secretária, amigo, motorista, chefe, subordinado, mãe, pai, filhos, jogadores, peladeiros, entregadores de pizza, lavadores de carro, escritores de blog, autores de livro. Reconheça, de coração. Você receberá em dobro cada palavra dita.

Ainda tenho muito que conhecer sobre o poder do Reconhecimento. O Livro The Power of Aknowledgment (Judith W. Umlas) ajudou bastante! Mandei um e-mail para a autora parabenizando pelo excelente conteúdo. Ela prontamente respondeu agradecendo e enviando os 7 princípios do reconhecimento que eu transcrevo abaixo:

  • The world is full of people who deserve to be acknowledged.
  • Acknowledgment builds intimacy and creates powerful interactions.
  • Recognizing good work leads to high energy, great feelings, high-quality performance and terrific results. Not acknowledging good work causes lethargy, resentment, sorrow and withdrawal.
  • Truthful, heartfelt and deserved acknowledgment always makes a difference, sometimes a profound one, in a person’s life and work.
  • It is likely that acknowledgment can improve the emotional and physical health of both the giver and the receiver.
  • Practice different ways of getting through to the people you want to acknowledge.

Reprinted from The Power of Acknowledgment with the permission of IIL Publishing, New York © 2006

O pode do reconhecimento é enorme, basta você saber usá-lo.

Obrigado a você, querido leitor, por simplesmente ler. Mas se comentar, melhor ainda. O comentário aumentaria a auto-estima, faria querer escrever sempre mais (ou menos), aumentaria a interatividade… ;)

Forte Abraço!

Post publicado simultaneamento em Qualidade Manaus

Mais sobre o assunto: http://thepowerofacknowledgment.com/

 

 

Gerente de Projetos e Analista de Negócios

No post De Desenvolvedor para Gerente de Projetos: Quebrando vínculos, tratei do assunto da mudança de papéis no meu desenvolvimento profissional. Agora, coincidência ou não, passo por situação semelhante: de Gerente de Projetos (GP) a Analista de Negócios (AN). Mas nessa situação, nada de quebrar vínculos! Pois as áreas estão muito bem relacionadas.

Recentemente participei de um congresso que tratava sobre o assunto, informando as iniciativas tomadas para entender/conciliar os dois papéis. Uma das apresentações foi ministrada (muito bem!) por Suzandeise Thomé, uma das principais especialistas no assunto.

A título de conhecimento, vamos a definição dos dois papéis:

Gerente de Projetos – pessoa responsável pela realização dos objetivos do projeto

Analista de Negócios – profissional que serve como ligação entre as partes interessadas, no intuito de compreender a estrutura, políticas e operações de uma organização e recomendar soluções que permitam que a organização alcance suas metas.

A principal idéia a ser vendida para o bom funcionamento é a Colaboração efetiva entre os papéis. Como os dois papéis podem colaborar para que a empresa atinja seus objetivos? Através de responsabilidades claras documentadas e mutuamente acordadas, comunicação constante e aberta, envolvimento do patrocinador e parceria baseada em confiança e respeito mútuos.

Mas sabemos que dá formulação da idéia a real execução das atividades, muita coisa pode sair errada. Entender bem os canais de comunicação e as fronteiras do domínio do negócio é um grande passo para a colaboração, visto que na comunicação acontece a maioria dos problemas.

Dominio do Negócio

Dominio do Negócio - Fonte IIBA

O PMBOK (Gerente de Projetos) e o BABOK (Analista de Negócios) contêm as melhores práticas das áreas. As sobreposições de responsabilidades existirão e cabe ao AN e GP trabalharem de maneira colaborativa em algumas delas, como por exemplo, no documento de visão ou na análise de stakeholders.

Cada uma das áreas, AN ou GP, tem seus desafios e méritos. Como profissional, gostaria de fazer o máximo possível, mesmo estando em um só dos papéis. A mistura de papéis ainda deve permanecer por algum tempo, mas a sua distinção já deve ser levada em consideração. O objetivo deve ser sempre gerar valor para empresa e seus negócios (AN). Valor esse que será atingido gerenciando bem os projetos (GP).

Eu continuo sendo um Analista de Negócios, que uso conhecimentos em GP, não gerenciando o Escopo do Produto e seus requisitos, mas prezando pelo prazo, custo e qualidade, comunicando-os ao cliente. Entendeu? Acho que não. Mas essa é a situação atual. :)

Forte Abraço!

Post publicado simultaneamente em Qualidade Manaus.

Fontes de Consulta:

http://www.iil.com/brasil/

http://www.theiiba.org/

Os desafios de montar uma empresa

Eu sei gente… é um assunto recorrente, muito bem citado: Como criar seu próprio negócio? Como administrar sua empresa? Como ganhar dinheiro na Internet? As perguntas são muitas. As respostas nem tanto.

Estou envolvido até o pescoço nesse mundo de criação de empresa. De um lado, minha querida esposa e sua loja de moda. De outro, meus amigos empreendedores que transformam idéias em negócios na área de TI. Luto para entrar na estatítica do SEBRAE de empresas que prosperam. Os desafios são muitos.

Com minha esposa, entro com o crédito. Isso eu já fazia, mas era roupas para ela :) . Agora é para seus clientes. Ela me devolve sem juros nenhum. A empresa é nova, tem muitos clientes à conquistar, mas depende muito da sazonalidade e do “bolso” deles. As ações estão sendo tomadas e os resultados positivos aparecerão. O desafio nesse caso é conversar mais sobre a gente que sobre o negócio. É inevitável, sempre tocamos no assunto de vendas. Estamos melhorando ;) .

Com os amigos o desafio é outro: manter o profissionalismo. É bom quando todos têm a mente aberta e conseguem destinguir amizade das obrigações profissionais. Isso vale também para os sócios. Quando o empenho é maior somente de uma parte, se isso não foi acordado, o negócio tende a desandar. Outro desafio é ter uma visão comum. Não pensar do mesmo jeito, mas ter uma visão comum. Um mesmo objetivo. Chegar, após alguma discussão, a uma solução que agrade a todos, sem rescentimento.

Essa empresa, no que diz respeito a felicidade, está super bem. Todos temos paixão pelo que fazemos. Precisamos, lógico, de clientes e dinheiro. Vamos trabalhando de forma transparente para que isso aconteça e que façamos parcerias duradouras.

O mais importante desafio é conciliar as ações do trabalho fixo, com o empreendedor, com desenvolvimento profissional, com o relacionamento pessoal, familiar e financeiro. Tem horas que o bicho pega: Pare que eu quero descer! :) Mas esse pensamento passa, pois acredito que “Nós vamos vencer!”

Querem saber mais sobre as empresa?
Mi Modas – Com estilo: http://www.aondefui.com/2010/12/mi-modas-manaus/
Sopixel – O ponto é nosso. O resultado é seu.: http://www.sopixel.com.br

Forte Abraço!!

Como vender Programa?

Calma, não vai pensando que encontrou a fórmula mágica! Até porque ela não existe ou se existe está muito bem guardada. O objetivo do post é apresentar um exemplo de passos até o aceite de um programa.  Os conhecimentos foram desenvolvidos através de conversas com a equipe em meu local de trabalho e consulta a literatura de GP.

“Um programa é definido como um grupo de projetos relacionados gerenciados de modo coordenado para a obtenção de benefícios e controle que não estariam disponíveis se eles fossem gerenciados individualmente”
PMBOK, 4º Ed.

A principal dificuldade é conseguir “vender” uma visão comum para todas as partes do programa, ou seja, para os patrocinadores dos projetos. Até porque o programa vem para juntar o que há muito vinha separado, podendo compartilhar recursos e alinhamento com os objetivos estratégicos.

Projeto - Programa

Projeto - Programa

Por onde começar? De baixo para cima ou de cima para baixo? (tempo para pensar).
Ok, começamos pelo meio. Vamos aos passos.

1) Conversa informal

Quando o cliente não vai até você, consiga uma oportunidade de conversa informal com ele, colete algumas informação e venda a sua idéia do programa. Siga em frente somente se tiver sucesso nesse passo. Ou seja, o cliente mostrou interesse e abriu as portas para você.

2) Definir objetivo

- Buscar as intersecções entre as diversas partes. O que cada um está fazendo que o outro pode utilizar? Para isso, exige uma série de entrevistas com as pessoas chaves de cada área, o que é muito difícil, pois determinadas pessoas são avessas a mudanças e não compartilham informações. Pra que mudar? Encontramos a primeira barreira!

Nós, como Analista de negócios ou Gerente de Projetos, temos que nos virar para coletar as informações e juntamente com o patrocinador começar a plantar a semente do programa: o seu objetivo.

3) Identificar os níveis

- Verifique os envolvidos em todos os níveis. Às vezes é melhor começarmos com a área técnica, pois eles já conhecem em parte o dia a dia de seus usuários, de acordo com cada tipo de empresa. Caso seja no Governo, o número de níveis pode ser bem maior.

4) Procurar aliados

- Diante da complexidade de níveis, quanto maior o número de aliados, melhor. Sem preconceito, mas preferindo as pessoas que tem influência no negócio.

5) Identificar ponto focal, representante do cliente.

- Onde todo mundo decide, não se chega a lugar nenhum. Essa pessoa deve convocar representante das áreas, participar das reuniões, organizar informações dos diversos setores e projetos, decidir e passar para o nível decisório acima. Nesse momento, não colete muitas informações, isso poderá ser feito após o aceite do programa.

6) Amadureçer as idéias

- Finalizado a coleta macro. É isso mesmo? Podemos seguir em frente? Os projetos listaram todas suas dificuldades? Os projetos conhecem como devem interagir e sabem dos benefícios de agir integrado? Nesse momento, os envolvidos devem estar alinhados, com um horizonte comum, falando a mesma língua.

7) Mapa mental de cada parte do programa

- Um mapa mental pode ser utilizado para apoiar a apresentação e entendimento das idéias, diante do objetivo central. Crie ramos para os projetos, indicando seu papel dentro do programa.

8) Entender o estado atual

- Sem perder muito tempo, relembre o cliente suas atividades fins, como elas estão sendo realizadas e algumas dificuldades de trabalhar isoladamente dos outros setores. A representação com uma Cadeia de Valor, através de uma figura, pode ajudar.

9) Definir onde chegar

- Diante do estado atual, proponha uma infraestrutura de funcionamento do modelo de negócio, indicando os benefícios do mesmo. Esboce um modelo de integração no qual todos devem estar alinhados. Uma figura com o cenário proposto pode ajudar.

10)  Liste a metodologia de trabalho

- O cliente precisa saber que o sucesso do Programa não tem uma fórmula mágica, mas um método de trabalho para atingir o objetivo traçado. Para o sucesso, a metodologia precisa ser seguida. E isso vale para as mudanças que podem aparecer.

11)  Desenvolver EAP (Estrutura Analítica de Projeto)

- Mostre os pacotes de trabalho, distribuidos entre as fases do programa. O cliente entenderá que muito trabalho deverá ser realizado (ou não), justificando assim um investimento no programa. O cliente deve perceber que você tem a organização necessária para a execução do programa, passso a passo.

12)  Apresentar… Armas!

- Diga a sua produtividade. Diga o que você oferece. Se possível, mostre casos de sucesso. Transmita confiança. Nesse momento o cliente deve entender que você é a solução para os problemas.

13)  Assinatura

- Apresente novamente, com o mesmo entusiasmo e com todos os aliados, para a pessoa que assina o programa. O patrocinador principal, aquele que investe o dinheiro. Torça por sua assinatura, oficializando o aceite.

Com o aceite da proposta, organize os documentos e padronize o acompanhamento dos projetos. Mantenha o patrocinador informado sobre a situação de todos os projetos do programa. O sucesso do programa vai depender do sucesso dos projetos que o compõe.

Bastante atenção para o gerenciamento de mudanças. Crie uma definição de quem poderá solicitar/aprovar as mudanças, deixando claro o impacto da mesma para o projeto e conseqüentemente para o programa.

Post publicado simultaneamente em Qualidade Manaus.

Certificação PMP, não passei!

Saiu o resultado da prova escrita de certificação para PMP realizada em Manaus no dia 06/11/2010. Eu fui um dos participantes e não passei na prova.

O PMI avalia o domínio do candidato em Iniciação, Planejamento, Execução, Monitoramento e Controle, Fechamento do Projeto e Responsabilidade profissional e social, indicando, em cada um deles, se o domínio é acima do esperado, médio ou abaixo do esperado.

Eu, infelizmente, não consegui. Mas, como o próprio PMI cita, não são todos que conseguem passar de primeira. Mas sem desculpas! Vencedores geram resultados e perdedores geram desculpas! :) Então, vamos em frente. Fazer uma melhor preparação, mais exercício e mais dedicação que o resultado positivo aparecerá. Esse, serviu como aprendizado.

Forte Abraço!

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